Um carro velho,
A chave gira,
Tenta engrenar o motor,
Mas este se quer ronca,
Finge dar força,
Mas dorme,
Morre,
Dentro de si.
É sucata,
Sem dono.
Cada pedaço vendido
A quem necessitar;
A quem arrematar.
Olhos para distração,
Boca, alimentação,
Pés para caminhar,
Corpo para trabalhar...
Dogmas para aceitar!
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